19/05/2013
Beneméritos desperdiçados
O que pensaria disto o benemérito João Nunes?
Eu sei o que penso...
Miradouro do Adamastor
Estacionamento no Largo do Regedor



Chegado por e-mail:
«Este é o cenário que se pode encontrar todos os dias no Largo do Regedor, em Lisboa. A esquadra da polícia é mesmo ali ao lado, mas aqui ninguém cumpre (ou faz cumprir) o código da estrada. A pergunta que se coloca é obviamente se este espaço é uma zona onde os peões podem circular ou se é apenas e só mais um parque de estacionamento (gratuito).
Cumprimentos
José António»
PASSEIOS DE LISBOA: LAPA
18/05/2013
17/05/2013
16/05/2013
Ação sensibilização/protesto pelo atentado ambiental na Semana Académica de Lisboa
«Bom dia
Tendo tomado recentemente conhecimento da iniciativa da Semana Académica e os seus impactes ambientais numa área do PFM (através de comunicado da Plataforma por Monsanto), bem como, pelo desrespeito pelo trabalho dos voluntários e técnicos da CML que desenvolveram intervenções de restauração ecológica no local do evento anos antes, informo que farei uma ação individual de protesto no dia 17 de Maio (hora ainda a determinar) na entrada do Festival.
Estou ciente que não conseguirei travar a iniciativa/destruição. Ainda assim, é o momento oportuno para despertar a consciências, despertar o espírito critico, sensibilizar para tal atentado os centenas de jovens adultos (estudantes) que afluirão nesse dia ao local, e, por sua vez, envergonhar a organização e a CML da decisão tomada.
O slogan do cartaz será “Semana Académica ajuda a destruir o Parque Florestal de Monsanto – Vem...junta-te à festa”.
Indignado...sinto dentro de mim esta necessidade.
Saudações
Luís Avelar»
15/05/2013
DECLARAÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO DE POUCO VALE À CASA VENTURA TERRA

In O Corvo (15.5.2013)
Texto e fotografia: Francisco Neves
«A Casa Ventura Terra, edifício de estilo eclético que serviu de atelier e residência ao arquitecto do mesmo nome, na Rua Alexandre Herculano, corre o risco de se degradar gravemente sem que haja sinais de uma intervenção reparadora. O edifício, que obteve o Prémio Valmor, em 1903, e foi distinguido com a declaração de interesse público, em 2006, tem sofrido infiltrações pelo telhado, danos nos aljerozes e, mais recentemente, a queda de alguns azulejos “arte nova”.
A classificação de interesse público – que o deveria proteger – foi, aliás, justificada pelo Ministério da Cultura em razão da “interessante utilização de frisos de azulejos que correm ao longo do prédio, por baixo da cimalha e marcando o primeiro andar, cujos temas estarão relacionados com o rio Tejo (ondas, gaivotas e tágides) e a luminosidade da cidade (girassóis e outras heliotrópicas)”.
O CDS/PP, pela voz de Diogo Moura, fez aprovar na última Assembleia Municipal de Lisboa, a 30 de Maio, uma recomendação para que a Câmara Municipal intervenha em defesa do edifício contíguo à Sinagoga de Lisboa, do mesmo autor. Documento idêntico foi, igualmente, aprovado por unanimidade pelos deputados municipais, já em 2010.
“É tudo uma treta. Enquanto isto não ruir e for abaixo, ninguém faz nada”, desabafa, incomodado Francisco Silva Passos, um dos moradores da Casa Ventura Terra. É onde vive, há 67 anos, a troco de renda que paga à Faculdade de Belas Artes. “Há dois anos, esteve para arrancar uma reparação, a Fazenda Pública chegou a aprovar a obra, para a qual a Câmara tinha projecto e já havia empreiteiro, mas apareceu aí o director da Faculdade de Belas-Artes a dizer que o prédio era dele e que a Câmara não tinha que se meter no assunto….”.
Os males deste Prémio Valmor são conhecidos de, pelo menos, duas entidades: a Câmara e a Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. “Já tive várias inspecções da Câmara, a última no final do ano passado. O funcionário acabou por dizer que já viu casos bem piores”, disse o inquilino. A escola da Baixa ocupa o terceiro andar, onde era o atelier do famoso arquitecto, e a cave. Por isso, Francisco Silva Passos diz: “Eles sabem perfeitamente o estado em que isto está.”
“Acho que não vão fazer absolutamente nada. As últimas obras foram há mais de 20 anos. A Reitoria da Universidade de Lisboa está na penúria. Acha que a Faculdade de Belas Artes tem dinheiro para obras? O director já disse que as rendas não chegam” para isso, afirma o inquilino.
Aquando de uma recente queda de azulejos, recorda, foi à faculdade avisar do sucedido. Pouco depois, apareceu um homem para “descascar os que estavam mais fragilizados”, mas nada mais aconteceu. O Corvo tentou ouvir o director da Escola de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, mas não obteve resposta.
O prédio é do Estado, como se anuncia inscrito na pedra da fachada, mas quem detém exactamente a sua propriedade não é claro. E isso tem facilitado o adiar duma intervenção. Por morte de Miguel Ventura Terra, o edifício foi doado, em 1919, às escolas de Belas Artes de Lisboa e do Porto, para que as suas rendas ajudassem a custear os estudos de alunos mais pobres.
A trapalhada, segundo a mesma fonte, começará por o prédio não estar registado. E continuará por ter sido responsabilidade da Direcção-Geral do Património, que foi absorvida pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças. Esta confusão só tem um lado bom: como não há um dono claro da casa, também não há alterações ao arrendamento, que assim passa ao lado da voragem da nova lei das rendas…»
14/05/2013
Isto só pode ser uma brincadeira


Chegado por e-mail:
«Nas fotografias mostram os interiores lindíssimos do edifício, em perfeito estado de conservação. Mas para quê, se depois na descrição dizem que só vão manter a fachada? Existe alguma necessidade disso? Ninguém protege nada?
http://www.sothebysrealtypt.com/imoveis/predio-lisboa-sao-mamede_pt_8859
Filipe Teixeira»
A Escola Politécnica é MIP, finalmente!


Portaria n.º 287/2013. D.R. n.º 92, Série II de 2013-05-14
Presidência do Conselho de Ministros - Gabinete do Secretário de Estado da Cultura

Fotos: arrakis-melange.blog
13/05/2013
Largo do Convento da Encarnação: «Uma Praça em Cada Bairro»?!
Largo do Convento da Encarnação: abandonado pela CML?
Exmo. Sr. Vereador do Espaço Público, Dr. José Sá Fernandes
Exmo. Sr. Vereador da Mobilidade, Eng. Fernando Nunes da Silva,
Como V. Exas. poderão constatar pelas fotografias em anexo, este espaço público está escandalosamente entregue ao estacionamento selvagem. A distância entre os pilaretes foi mal calculada permitindo a fácil subida de automóveis para os canais pedonais.
Numa zona essencialmente habitada por munícipes idosos, a falta de segurança dos peões constitui motivo de preocupação.
O facto deste largo, entrada do antigo convento (actualmente residência assistida para séniores), se encontrar sistematicamente obstruída com automóveis, constitui um problema grave em situações como, por exemplo, numa eventual operação de combate a incêndio, em que o acesso dos veículos de bombeiros será evidente e seriamente dificultado.
Desde 2005 que os munícipes alertam para esta situação!
A 18 de Dezembro de 2007 o Director de Ambiente Urbano, Engenheiro Ângelo Mesquita foi formalmente informado desta situação - mas lamentamos verificar que passados mais de 5 anos a CML nada fez para melhorar o cenário caótico que por ali impera.
Em 2008 ocorreu um grave incêndio no antigo edifício do Convento o que constituiu um aviso para a urgência em se resolver o estacionamento ilegal neste espaço público, já por natureza de difícil acesso para os bombeiros. Apesar disso, nada se fez até hoje, continuando assim comprometido o acesso de veículos de emergência ao largo.
Desde a abertura do novo parque de estacionamento subterrâneo no Campo dos Mártires da Pátria não existe desculpa para se continuar a tolerar o estacionamento indevido no Largo da Encarnação. Pensamos que este largo deva ser de uso essencialmente pedonal.
Enviamos em anexo fotografias de 2007 e de... 2013 (último fim de semana) e do estacionamento ilegal no Largo do Convento da Encarnação. Como poderão V. Exas. verificar, para além do estacionamento em cima dos passeios, também é comum vermos viaturas automóveis estacionadas na própria faixa de rodagem!
Chamamos igualmente a atenção de V. Exas. para os graves problemas de higiene urbana neste histórico Largo do Convento da Encarnação, conforme mostram as imagens em anexo (dejectos caninos, mobiliário urbano degradado, etc).
Apelamos para que estes problemas sejam resolvidos com urgência, para que se devolvam a segurança e a dignidade a este histórico largo da nossa cidade. Repensar-se e reposicionar-se os pilaretes, é essencial e urgente assim como cuidar da higiene.
O Convento e a Igreja da Encarnação, anteriores ao terramoto de 1755, estão classificados como 'Imóvel de Interesse Público'.
Com os melhores cumprimentos,
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho e Fernando Jorge
Cc: AML, ATL, DGPC e Vereador Manuel Salgado/Proj."Uma Praça em Cada Bairro"

Um evento integrado nas Festas de Lisboa! Uma noite inesquecível!!
A não perder!»
12/05/2013
Av. Guerra Junqueiro: o fim para breve das esplanadas caóticas?
11/05/2013
Estação de Santo Amaro, Lisboa, 2013
A qualidade da imagem não é grande coisa mas esta é a entrada da Estação de Santo Amaro dentro do horário de exploração da rede de elétricos. Aqueles automóveis estiveram ali mais de duas horas e meia.
Mesmo ao lado, apesar de não aparecer na fotografia, estava outro automóvel estacionado metade sobre o passeio e a outra metade sobre a linha impedindo a passagem de um elétrico.
O facto de isto se passar a escassas centenas de metros da esquadra do calvário só ilustra o sentimento de impunidade e a incapacidade do estado de fazer cumprir as leis mais simples.
Aventura em Lisboa!

De dez em dez anos lá vamos tendo notícias, numa verdadeira aventura em Lisboa. Eis extracto da sentença do Tribunal Administrativo que ... (via post de O Corvo, a propósito da decisão do TA condenando a CML a repor os terrenos de Monsanto tal como estavam em 1987...)
Câmara de Lisboa quer gastar dez milhões de euros em obras coercivas

Oxalá seja verdade o anuncio das obras coercivas, mas, infelizmente, há 6 anos de ausência completa de tais obras por mais que tenhamos suplicado por tal. Mais, o próprio Arq. Salgado disse em publico que não defendia semelhante procedimento por não acreditar nele. Assim, das duas uma: ou passou a acreditar ou é pura mentira de pré-campanha e, uma vez, reeleito e, previsivelmente, PCML daqui por 2 anos, continuara tudo na mesma... Veremos
E lá continua o arboricídio na Pascoal de Melo. Haja serras! E se a rua ficar sem árvores ainda vai ser mais bonita!
Chegado por e-mail:
Mais umas árvores que são abatidas em Lisboa, a mando do Zé que não faz cá falta, funcionário do António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa…tudo em nome do perigo para a via pública, foram abatidas árvores centenárias…tendo o fotógrafo ameaçado de ser, também ele, “abatido”…é fartar vilanagem!
Rui Mateus.»





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